Arquivo da categoria ‘UPI Irmão Palminha-MG’

Casa de Irmão Palminha

Colônia de Férias
Aconteceu no período de 27/01 a 12/02 a Colônia
de Férias da UPI Irmão Palminha. Baseando-se na
importância de proporcionar às crianças, momentos
alegres, envolvendo-as em atividades que
estimulem a socialização, a imaginação e a
criatividade através da recreação educativa. Foram
desenvolvidas atividades recreativas com jogos,
brincadeiras e esporte e também sessão de cinema.
A Culminância aconteceu no dia 12/02 com um
delicioso cachorro quente e festival de geladinho.

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UPI Irmão Palminha - MG

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Fundação: 14/12/1975

Em Governador Valadares (MG), em 1972, existia o “Instituto Nosso Lar”, que abrigava crianças desvalidas, e estava ligado ao “Grupo da Fraternidade Martha Figner”, que muito o ajudava. Nas duas entidades, o Presidente era a mesma pessoa. Uma carta foi enviada pelo Instituto ao LAR FABIANO DE CRISTO, que a recebeu em 19/09; e pedia cooperação, a fim de poderem ampliar seu atendimento à pobreza da região.

Seguiu-se troca de correspondência e então o LAR prometeu enviar àquela cidade uma Auxiliar Assistencial para fazer um levantamento referente às condições peculiares de cada criança internada no Instituto. Tal pesquisa iria possibiitar separá-las todas por faixa de necessidade, para que fosse dado a cada uma delas o tratamento mais adequado. Pois havia a perspectiva, mesmo, de ser comprado um terreno onde o LAR construisse uma UPI-Unidade de Promoção Integral de 2ª. faixa do tipo Colméia, e uma de 3ª. faixa.

Eli Mota Pinto -Foi a Auxiliar encarregada da tarefa. O exame dos resultados da pesquisa e o da documentação do Instituto, além de triagem das famílias que solicitavam atendimento, levaram o LAR a dar os primeiros passos para a concretização daquela perspectiva.

Uma das primeiras providências foi trazer ao Rio de Janeiro a pessoa que auxiliara Eli na sua tarefa em Governador Valadares, a fim de fazer curso e estágio de adaptação às técnicas usadas no trabalho fabianista - D. Terezinha Teixeira da Costa Ribeiro.
Do Instituto surgiu a Colméia Martha Figner, conveniada com o LAR, que começou com 19 crianças escolhidas entre as já existentes no Instituto. A UPI Irmão Palminha teve início com 15 famílias cadastradas, entre as quais algumas eram as próprias famílias das outras crianças do Instituto, cuja maior carência era a de recursos materiais.

A primeira Distribuição realizada por esta UPI, após a preparação de pessoal e das instalações provisórias - eram parte das instalações ocupadas pelo”Grupo da Fraternidade Martha Figner” - deu-se em 30/06/73, estando presentes 13 das 15 famílias inscritas. Porém o registro da existência da UPI, em ata de Reunião da Diretoria Executiva do LAR FABIANO DE CRISTO, só apareceu em 14/12 daquele ano.

O LAR recebera um terreno em doação, naquela cidade, mas não pode utilizá-lo de pronto, pois ele se achava com a documentação irregular. Para poder contar com um Setor Educacional na UPI, o LAR construiu no Grupo da Fraternidade 3 salinhas e outras dependências indispensáveis a um funcionamento mais completo.

Após a regularização dos documentos referentes ao terreno que o LAR FABIANO de CRISTO ganhara, foi possível construir sua Sede nova, na Estrada da Linha Velha, no Bairro de S. Cristóvão, contando com as instalações necessárias, embora modestas. Sua inauguração foi no dia 09/08/75, quando já atendia a 281 crianças e 98 adultos. Até então, funcionara a UPI no Grupo de Fraternidade, cujos membros lhe deram um grande apoio.

Entre os funcionários iniciadores desta UPI podemos citar. Terezinha Teixeira da Costa Ribeiro, primeira Superintendente, que veio a ser também Chefe na Colméia de Martha Figner; Mariana Silvestre Barbosa (Secretária); Paulo Renato Gay (Aux. Assistencial). Os seus primeiros colaboradores foram: Hilda Freire Cabral (Iª. Coordenadora), Luzia do Vale, Esmilda Ramalho Silva, José Maria e Elvécio Fanni.

RAZÃO DA ESCOLHA DO NOME

O Cel. Rolemberg pediu aos cooperadores do LAR em sua nova unidade(que o eram também do Grupo da Fraternidade) que sugerissem um Patrono para a UPI. E eles escolheram Irmão Palminha para prestar esta homenagem. Trata-se de entidade desencarnada havia muitos anos, um dos mentores dos trabalhos espíritas de materialização e de cura, realizados naquela região mineira, à época dos médiuns Peixotinho e Fábio (vide “Materializações Luminosas”, de R.A. Ranieri) - através dos quais foram muito beneficiadas a população local e muitas outras pessoas, em particular as menos favorecidas economicamente.

Aquela entidade adotara este apelido: Irmão Palminha (considerado pelos espíritas como um grande protetor).

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