Arquivo da categoria ‘UPI Lívia-DF’
UPI Lívia - Projeto Brasília 50 Anos
A UPI Lívia, no mês de maio, desenvolveu, com as crianças da Casa, o Projeto “Brasília 50 anos”. O Projeto teve como objetivo promover uma exposição sobre a história de Brasília, trabalhando a criatividade e a interação social.
Sem comentários »UPI Lívia - Dia do Índio
A UPI Lívia homenageou os índios em seu dia, 19/04, com um projeto Dia do Índio, que foi desenvolvido em duas semanas. O objetivo foi elucidar que os índios foram os primeiros povos que habitaram no Brasil e mostrar mais sobre sua cultura.
Sem comentários »
UPI Lívia - Conversa informal em homenagem ao Dia das Mães
A UPI Lívia, no mês de maio, homenageou as mães com o Projeto Conversa Informal, que levantou a questão sobre a importância do respeito e amor à MÃE, com expressão corporal, contação de
histórias, música, confecção de cartazes e muito mais.
Os trabalhos das crianças ficaram expostos no mural da Casa.
Sem comentários »
UPI Lívia - DF
A Casa de Lívia foi fundada em obediência à decisão da Diretoria do LAR de fazer presentes as hostes fabianistas na capital brasileira com a finalidade de dar atendimento à extensa população favelada e carente da área circunvizinha a Brasília .
De início esteve sediada na Asa Norte, no Plano Piloto daquela Cidade, tendo sido inauguradas as suas instalações provisórias em 24/07/73; se bem que sua primeira distribuição foi realizada em 25/11/78, quando a Casa ainda estava sendo construída. A essa inauguração estiveram presentes autoridades civis e militares.
Em 1980, a Casa de Lívia foi transferida, provisoriamente, para Sobradinho - uma área industrial, onde ficou até 31/12/81. Desde então, acha-se em Planaltina. Durante muito tempo, ela e a Casa de Abigail constituíram o Conjunto Operacional de Brasília.
RAZÃO DA ESCOLHA DO NOME
Lívia é o nome da heroína principal do romance espírita “Há dois mil anos”, escrito pelo espírito Emmanuel, através da mediunidade de Chico Xavier, e publicado pela primeira vez no final da década de 40. Na vida que o autor então descreve - vivida ao tempo em que Jesus palmilhava o chão da Terra, ele mesmo (Emmanuel) teria sido o Senador Romano Publio Lentulus Cornelius, e Lívia - a esposa, que ele martirizou por 25 longos anos com seu ciúme infundado e seu terrível orgulho de representante da sociedade mais proeminente.
Lívia nos é retratada como alma de grande beleza, aureolada de sagradas virtudes, além de ser inteligente e sensível. Certa de que o Cristo salvara a vida de sua filhinha - extremamente fragilizada pela doença e, mais tarde, tendo mesmo visto e ouvido o Mestre, durante a pregação do Sermão da Montanha, acreditou n’Ele.
Decorrido algum tempo, ao sabê-lo a caminho do Calvário com o madeiro ao ombro, correu pressurosa em busca da autoridade romana suprema em Jerusalém - Poncio Pilatos para pedir-lhe com empenho que que salvasse da infamante crucificação. Nessa ocasião foi vilmente caluniada perante o esposo, o qual acreditou nas aparências e não lhe deu a menor oportunidade de defesa.
Ela já era como uma cristã, nos sentimentos e pensamentos, nos gestos e palavras pela sua grande elevação espiritual, mesmo antes de conhecer o Cristo. Por isso é que os ensinamentos d’Ele que lhe foram chegando - e quase sempre através de pessoas amigas - vieram cair no seu coração como um orvalho brando e caridoso que a alegrou nos breves tempos venturosos, e que a alimentou e fortaleceu nos longos anos de seu calvário doméstico.
Confessando-se cristã e buscando viver como tal, passou a ver espíritos desencarnados, e ouvia suas vozes, que a aconselhavam e encorajavam.
As vésperas de receber do esposo sempre amado e respeitosamente obedecido, a manifestação (que este pretendia fazer-lhe) do amor que não morrera em seu peito e do arrependimento de que ele se achava possuído - pois que viera a reconhecer a inocência dela, admitindo haver-se deixado enganar pela perfídia de pessoas malévolas - eis que Lívia foi às catacumbas romanas para ouvir uma pregação evangélica, sendo aprisionada com aproximadamente outros duzentos cristãos.
Trocando suas vestimentas e adereços de mulher de alta estirpe pelas vestes pobres da fiel serva Ana (mais que serva, uma, verdadeira irmã), que a acompanhava havia mais de um quarto de século, deu a esta a oportunidade de salvar-se, mas deixou-se entregar aos leões famintos do Circo Máximo Romano; colocou-se desse modo entre os mártires do Cristianismo, cujos despojos sangrentos, no ano de 58 DC, eram incendiados para iluminarem as orgias de Nero.
Lívia, sempre muito dedicada a seu lar, foi, assim, um exemplo da humíldade e da resignação, da fé e da coragem que devem caracterizar as mulheres cristãs. Recebida em espírito por entidades luminosas, após seu extremo sacrifício, ela hoje reside - segundo referências do .próprio Emmanuel, nas mais elevadas esferas da espiritualidade de onde contínua a proteger as mulheres sofridas que buscam aperfeicoar-se moralmente, no cumprimento de seus deveres.
Sem comentários »
























