Arquivo da categoria ‘UPI Fraternidade-MG’
UPI Fraternidad - Projeto Leitura
Em comemoração ao dia do livro (18/04), a Monitora de Classe Filomena, participou do curso “Entre na Roda” promovido pela Secretaria de Educação de Três Corações em parceria com a Fundação Volkswagem. Ao término do curso a UPI recebeu um baú com 200 livros de história, acervo “educação infantil”.
A entrega do baú foi uma festa, com contação de história e apresentação dos livros às crianças.
UPI Fraternidade - MG
Fundação: 13/07/1967
Na cidade de Três Corações - MG, um grupo de espíritas, na maioria militares, integrantes do Núcleo da Cruzada dos Militares Espíritas local, dedicava-se a atividades assistenciais, organizando campanhas diversas - inclusive a “do Quilo” - para dar socorro a pessoas muito pobres. O grupo necessitou de uma sede, como apoio para suas lides. Construiu um prédio de dois(2) pavimentos, onde viriam a funcionar uma “Casa da Sopa”, com cozinha, depósito anexos, e um “Albergue Noturno”. Ali também realizadas reuniões espíritas. Foi que o Núcleo passou a estar sediado,desde 02/01/65. O grupo pediu ajuda ao LAR FABIANO de CRISTO.
O então Vice-Presidente daquele Núcleo, em março/65, visitando o Rio de Janeiro, encontrou-se com o Presidente da CAPEMI, Cel Jaime Rolemberg de Lima (também da Direção do LAR FABIANO de CRISTO), um Cruzado Militar Espírita como ele. Manifestou-lhe seu desejo de construir para os tricordianos uma escola profissionalizante. E obteve do LAR a assinatura de um convênio de cooperação financeira, como apoio à obra social que vinham empreendendo. De fato, em 24 de abril de 1966 era realizada naquele prédio a que nos referimos uma primeira Distribuição de Gêneros enviados pelo LAR. A instituição mencionada no convênio chamou-se “Casa do Capitão Maurício”, em homenagem ao Patrono dos Militares Espíritas.
Pouco depois, o grupo primitivo dividiu-se: alguns companheiros afastaram-se da Cruzada e com o empréstimo feito por um deles adquiriram 2 terrenos, onde já havia uma construção iniciada, à qual deram continuidade, com o objetivo de montar a Escola Profissional. Eles necessitavam de mais um lote e vinham lutando por conseguí-lo. Foi quando o Cel . Rolemberg os visitou, revelando-lhes, então, que o Dr. Bezerra de Menezes, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, lhe dissera haver em Três Corações um grupo de abnegados espíritas dispostos ao trabalho, com o qual seria possível criar a UPI do LAR FABIANO de CRISTO, de 3a. faixa, local.
Data de então - 13/07/67, a fundação desta unidade que continuou a chamar-se “do Capitão Maurício” at que, em 25/10 seguinte, em reunião, a Diretoria do LAR aprovou a mudança do nome para UPI Fraternidade. Foi construída uma sede pequena.
Após tê-los visitado de novo, o Cel. Rolemberg remeteu-lhes cheque, visando à compra de 6 outros lotes de terreno, para a construção definitiva. Em 2 dias estavam prontas as plantas respectivas.
Na reunião de Diretoria do LAR de 19/06/68 falou-se que a UPI vinha funcionando bem; e seu nome figura na relação de UPI de 3a faixa da Ata de 09/08/68.
A sede nova foi inaugurada em 08/02/69 presentes o Prof. Pastorino, o primeiro idealizador do LAR, e Divaldo Pereira Franco, de Salvador (BA) Já atendia nessa época, a 51 famílias (CIM. 42, d fev./69). Os trabalhos da construção haviam estado sob os cuidados de alguns companheiros ligados à obra desde o início.
A primeira Supervisora da UPI Fraternidade foi Bernardina (Nadina) Maria da Silva; e seus outros funcionários iniciais foram Lavínia Maria Grossi (que no futuro chegou a ser responsável pelo Setor Educacional do LAR), Elaine Fernandes, Lenit labrudi, Ivonilde Barbosa, Sílvia Inês Marques, Neuza Marcelino, Mara Luz Nonato, Wilson Salles, Ana Pinto Duarte, Djanira de Oliveira, Teresa Cândida de Jesus e Edna Oliveira Santos.
Nos primeiros tempos, a UPI contou ainda com estes colaboradores:Maurizil Neves Gonzaga e Hahennderson Vieira, Roque Michels e Fernando Fonseca de Souza.
Em 1970 (março), Nadina foi transferida para Conjunto Operacional de Uberaba - COUBE, sendo substituída por Hâmara dos Santos Andrade.
RAZÃO DA ESCOLHA DO NOME
1 comentário »Quando os seres humanos atenderem ao que prescrever o mandamento maior do Cristo, amando-se uns aos outros…ou seja, quando eles forem mais fraternos entre si, por certo haverá felicidade para todos. Inspirados neste ideal, os trabalhadores da primeira hora desta casa assistencial escolheram para ela este nome: FRATERNIDADE – ideal que a originou e pelo qual os espíritas labutam, querendo vê-lo concretizado. Sonho que se sobrepôs, na escolha, a qualquer vulto humano.




